As Costas de Cristo
O Blog de Mariana do Calvário.
terça-feira, março 23, 2010
segunda-feira, março 22, 2010
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Se eu fosse verdadeiramente feliz, provavelmente continuava a sentir-me vazio de mim e a minha felicidade seria sempre falsa.
Se ao morrer tudo acaba, acaba também o agora, este momento em que escrevo larachas para ninguém ler. A vida que vivo vai deixar de existir, a memória dos sorrisos não vai memória de nada, nem memória sequer. No vazio nada me espera, no vazio nada serei, no vazio nada sou.
Respirar fundo, apanhar ar, levar no cú, esquecer o depois, esquecer o agora e viver nesse esquecimento até não viver mais.
Se ao morrer tudo acaba, acaba também o agora, este momento em que escrevo larachas para ninguém ler. A vida que vivo vai deixar de existir, a memória dos sorrisos não vai memória de nada, nem memória sequer. No vazio nada me espera, no vazio nada serei, no vazio nada sou.
Respirar fundo, apanhar ar, levar no cú, esquecer o depois, esquecer o agora e viver nesse esquecimento até não viver mais.
quinta-feira, agosto 06, 2009
O Trabalho do Amor
A minha casa tens infiltrações, o que é um belo caralho, mas ando há procura de uns produtos porreiros para tapar os buracos da sua carapaça física. Encontrei um catálogo com as telhas que eu preciso, mas o cabrão do dono da loja diz que as putas estão esgotadas e não vale a pena esperar porque não vão fazer mais e mesmo se fizerem tem clientes mais importantes que eu.
Filho da puta do caralho que foda as ratas de todas as putas desta cidade! Mas um gajo não pode ter o sonho de viver numa casa em que não lhe caia chuva nos cornos? E as telhas são lindas, AHHH!!!!
Se o cabrão pensa que vou desistir está tão enganado como o gajo que tentou escrever um poema sobre o cu de uma vaca enquanto fodia a galinha da vizinha! Não vou desistir, caso seja necessário eu abro uma puta de uma fábrica de telhas, mas quero aquelas telhas, sonho com as telhas todos os dias enquanto a água memória de solidão pinga para um balde ao lado da cama.
Filho da puta do caralho que foda as ratas de todas as putas desta cidade! Mas um gajo não pode ter o sonho de viver numa casa em que não lhe caia chuva nos cornos? E as telhas são lindas, AHHH!!!!
Se o cabrão pensa que vou desistir está tão enganado como o gajo que tentou escrever um poema sobre o cu de uma vaca enquanto fodia a galinha da vizinha! Não vou desistir, caso seja necessário eu abro uma puta de uma fábrica de telhas, mas quero aquelas telhas, sonho com as telhas todos os dias enquanto a água memória de solidão pinga para um balde ao lado da cama.
sábado, março 14, 2009
quarta-feira, janeiro 14, 2009
32 Anos
32 anos, e sou feliz. Engraçado há um ano atrás tinhas tanta coisa para dizer e hoje, não tens nada, sentes-te cheio de felicidade e isso tira-te a vontade de mal dizer a tua vida.
LILU e pouco mais a dizer.
LILU e pouco mais a dizer.
quinta-feira, agosto 14, 2008
Cachalotes ejaculam na quarta, comem ovos de coderniz no sábado e têm vontade de acordar cedo no domingo.
Cuecas às riscas, noites sem sono.
Cães pretos de língua de fora, fungos nos pés.
Barrigas de velha, línguas da sogra.
Bandeiras americanas, olheiras de cavalo.
Cadeiras partidas, noites brancas e monitores de natação.
Violência, sapatos rotos, cigarros.
Permanentes, bacalhau com todos, fertilidade reduzida.
Dormente, divertimento, guitarras.
Bairro alto, xisto desesperado.
Cães pretos de língua de fora, fungos nos pés.
Barrigas de velha, línguas da sogra.
Bandeiras americanas, olheiras de cavalo.
Cadeiras partidas, noites brancas e monitores de natação.
Violência, sapatos rotos, cigarros.
Permanentes, bacalhau com todos, fertilidade reduzida.
Dormente, divertimento, guitarras.
Bairro alto, xisto desesperado.
segunda-feira, maio 26, 2008
O verbo
partilhas partilha partilhamos partilhais partilham | partilhaste partilhou partilhámos partilhastes partilharam | partilhavas partilhava partilhávamos partilháveis partilhavam |
partilharas partilhara partilháramos partilháreis partilharam | partilharás partilhará partilharemos partilhareis partilharão | partilharias partilharia partilharíamos partilharíeis partilhariam |
partilhes partilhe partilhemos partilheis partilhem | partilhasses partilhasse partilhássemos partilhásseis partilhassem | partilhares partilhar partilharmos partilhardes partilharem |
partilhares partilhar partilharmos partilhardes partilharem | partilhe partilhemos partilhai partilhem | |
segunda-feira, maio 12, 2008
Sinto a falta dela a cada momento que passa.
Cada vez que olho para o relógio penso na próxima vez que vou sentir o seu cheiro.
Tudo falha, em todos os aspectos, não sou quem quero ser, não sinto o que quero sentir. Sou uma função da sua ausência. Gostaria de ter existência, mas não tenho. sou um gráfico numa parede de escritório. Sou o tempo que falta para voltar a existir.
As mil e uma maneiras de sentir a sua falta não me fazem sentir, quando o único sentimento que me preenche é a alegria de estar com ela.
Nada, nem ninguém poderá algum dia compreender o que é esta existência condicionada, apenas o carpinteiro sentiu isto antes de mim. Destinos bem diferentes, mas a mesma sensação de vazio e impotência perante o mundo.
Um café e um cigarro e vou dormir. Passar o tempo. Suspender a vida, até amanhã, quando possivelmente vou voltar a sentir o toque do paraíso e o hálito da felicidade.
Cada vez que olho para o relógio penso na próxima vez que vou sentir o seu cheiro.
Tudo falha, em todos os aspectos, não sou quem quero ser, não sinto o que quero sentir. Sou uma função da sua ausência. Gostaria de ter existência, mas não tenho. sou um gráfico numa parede de escritório. Sou o tempo que falta para voltar a existir.
As mil e uma maneiras de sentir a sua falta não me fazem sentir, quando o único sentimento que me preenche é a alegria de estar com ela.
Nada, nem ninguém poderá algum dia compreender o que é esta existência condicionada, apenas o carpinteiro sentiu isto antes de mim. Destinos bem diferentes, mas a mesma sensação de vazio e impotência perante o mundo.
Um café e um cigarro e vou dormir. Passar o tempo. Suspender a vida, até amanhã, quando possivelmente vou voltar a sentir o toque do paraíso e o hálito da felicidade.
quarta-feira, abril 09, 2008

ausência
do Lat. absentia
s. f.,
afastamento de pessoa, animal, etc. do lugar em que deveria estar;
falta de comparência ou de assistência;
a não existência.
saudade
do ant. soedade, soidade, suidade e do Lat. solitate, com influência de saudar
s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;
terça-feira, março 18, 2008
"Diverte-te com as pessoas erradas, eventualmente encontras a pessoa certa"
"Sabes que não é fácil para ti encontrar a pessoa certa."
É divertido, foi divertido. O velho Pacheco escreveu sobre o "esguichar do corpo" e eu esguichei.
Mas o divertimento é fútil. Sinto-me traido, traido pela mesma pessoa que me faz a barba todas as manhãs. Pela mesma pessoa que me repete todos os dias: "És o maior!". A mesma pessoa que veste o colete do meu fato preto e pensa ser a reencarnação de todos os poetas mortos.
Joana
Tenho uma dor no braço esquerdo que me faz pensar. A esperança, mais uma vez, abandonou-me por completo. Não há muito a fazer... fico com o Cohen, novamente o Cohen.
Now the flames they followed joan of arc
As she came riding through the dark;
No moon to keep her armour bright,
No man to get her through this very smoky night.
She said, I’m tired of the war,
I want the kind of work I had before,
A wedding dress or something white
To wear upon my swollen appetite.
Well, I’m glad to hear you talk this way,
You know I’ve watched you riding every day
And something in me yearns to win
Such a cold and lonesome heroine.
And who are you? she sternly spoke
To the one beneath the smoke.
Why, I’m fire, he replied,
And I love your solitude, I love your pride.
Then fire, make your body cold,
I’m going to give you mine to hold,
Saying this she climbed inside
To be his one, to be his only bride.
And deep into his fiery heart
He took the dust of joan of arc,
And high above the wedding guests
He hung the ashes of her wedding dress.
It was deep into his fiery heart
He took the dust of joan of arc,
And then she clearly understood
If he was fire, oh then she must be wood.
I saw her wince, I saw her cry,
I saw the glory in her eye.
Myself I long for love and light,
But must it come so cruel, and oh so bright?
Now the flames they followed joan of arc
As she came riding through the dark;
No moon to keep her armour bright,
No man to get her through this very smoky night.
She said, I’m tired of the war,
I want the kind of work I had before,
A wedding dress or something white
To wear upon my swollen appetite.
Well, I’m glad to hear you talk this way,
You know I’ve watched you riding every day
And something in me yearns to win
Such a cold and lonesome heroine.
And who are you? she sternly spoke
To the one beneath the smoke.
Why, I’m fire, he replied,
And I love your solitude, I love your pride.
Then fire, make your body cold,
I’m going to give you mine to hold,
Saying this she climbed inside
To be his one, to be his only bride.
And deep into his fiery heart
He took the dust of joan of arc,
And high above the wedding guests
He hung the ashes of her wedding dress.
It was deep into his fiery heart
He took the dust of joan of arc,
And then she clearly understood
If he was fire, oh then she must be wood.
I saw her wince, I saw her cry,
I saw the glory in her eye.
Myself I long for love and light,
But must it come so cruel, and oh so bright?
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
A palavra repete-se, mas é necessário repetir puta, mil vezes puta, mil vezes putas, mil vezes cabras, mil vezes merda sem valor e sem alma. Elas não existem só no trabalho existem na nossa vida, dormimos com elas, de vez em quando até casamos com elas e algumas vezes até são as mães dos nossos filhos, mas putas.... reles putas, sem valor para se poderem denominar de grandes putas, porque essas usam a condição como uma coroa de glória, e elas escondem-na por detrás de sorrisos e promessas falsas.
A esporra corria-lhe por entre as pernas e ela repetia palavras de amor, quente e viscosa a memória, mas não importa. É preciso o homem certo, com o projecto, com o plano com a vontade de lhe lamber a merda do cú. É necessário ser um rato, para ter direito há doce mentira. Mas é fundamental não ter coluna vertebral, não ter consciência, não ser nada para além merda para ir ao encontro do seu amor com esporra escorrendo por entre as pernas.
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Pombos, Ratos e Tainhas
Quando tudo o resto falhar, tenho a companhia dos pombos, dos ratos e das tainhas. Fazem-me chegar a casa tarde, levantar-me demasiado cedo e ficar 10 horas consecutivas à frente do computador para não conseguir fazer nada.
Admiro os pombos, os ratos e as tainhas por muito que eu faça e os queira mudar nunca vão deixar de ser bichos que gostam de viver na merda. E um peido seu, não é só um peido mas uma torrente de merda que me me afoga.
Ainda bem que cresci em Cacilhas e em pequenino chapinhava nas águas do Tejo.
Admiro os pombos, os ratos e as tainhas por muito que eu faça e os queira mudar nunca vão deixar de ser bichos que gostam de viver na merda. E um peido seu, não é só um peido mas uma torrente de merda que me me afoga.
Ainda bem que cresci em Cacilhas e em pequenino chapinhava nas águas do Tejo.
domingo, fevereiro 10, 2008
Carta Quase de Amor
Quero morrer ao teu lado. Roer as tuas unhas sujas. Mudar-te as fraldas cagadas. Dar-te banho de esponja quando já não conseguires sair da cama. Ouvir-te gritar para o reflexo no espelho quando estiveres senil. Quero beijar-te, quando tiveres todos os dentes podres e o teu hálito for igual ao de uma ratazana de esgoto. Quando não fores mais do que uma lembrança da mulher, ser humano, quero ser eu agarrado ao teu cadáver gritando palavras de desespero.
Quero isto tudo, mas quero ainda mais. Quero o sabor e o conforto da tua vagina e palavras doces ao acordar. Porque antes do amor que não espera nada em troca quero se feliz. E ser feliz contigo.
Se não poder ser, tenho a minha colecção de filmes pornográficos e uma garrafa de redoma tinto colheita de 1996 ao meu lado, que apesar de não ter vagina e não perceber nada de cinema tem um corpo bem melhor que o teu.
Quero isto tudo, mas quero ainda mais. Quero o sabor e o conforto da tua vagina e palavras doces ao acordar. Porque antes do amor que não espera nada em troca quero se feliz. E ser feliz contigo.
Se não poder ser, tenho a minha colecção de filmes pornográficos e uma garrafa de redoma tinto colheita de 1996 ao meu lado, que apesar de não ter vagina e não perceber nada de cinema tem um corpo bem melhor que o teu.
sábado, fevereiro 09, 2008
Liberdade de Pensamento
O pensamento não é controlado por nada nem por ninguém. Os meus pensamentos particularmente nem por mim são controlados. Por isso penso em:


- suicídio
- pedofilia
- homossexualidade
- todo o tipo de parafilias
- abortos
- beatas
- sémen
- unhas
- Cristos de materiais diversos
- Vendedores de enciclopédias nus
- mulheres com mamoplastias
- comer merda
- cuecas de senhora com borboto
- beber urina
- e uma carrada de outras coisas bem mais nojentas
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Carta quase suícida
As beatas são sinais do futuro que está para vir... As palavras que dizem são marcas do passado (mal vivido?) que transpiraram para a pele. O tempo que não tenho, e as teclas pretas do piano serão o meu (teu? nosso?) futuro. Quero um pouco de álcool um pouco de esquecimento, sabedoria, para poder suportar a ignorância do que me rodeia.
Gosto de vocês, mas não consigo viver assim, sinto-me só. Sei que ao falar não estou a comunicar com ninguém, não tenho opções na vida. As opções resumem-se a isto: trabalhar para ganhar dinheiro para gastar para ter onde gastar dinheiro para ser feliz para foder para não pensar para não me matar.
Quero uma porta. Um caminho um saída. Está tudo fechado, tudo acabado, tudo perdido. Aos 31 anos, não tenho esperança. Não tenho nada para ou porque viver. Só beatas num cinzeiro e uma casa vazia. Não há paixões por muito grandes que sejam que me preencham a alma, não há mulheres por muito profundas que sejam que façam sentir. Quero a porta, a janela, o buraco, o espelho para ir para outro lado, o outro lado.
Um dia vou ser a Alice, fugir daqui para um mundo de cogumelos mágicos e gatos sorridentes. Por enquanto, sorriu quando devo e falo quando não devo fazendo rir com as minhas tonterias.
Gosto de vocês, mas não consigo viver assim, sinto-me só. Sei que ao falar não estou a comunicar com ninguém, não tenho opções na vida. As opções resumem-se a isto: trabalhar para ganhar dinheiro para gastar para ter onde gastar dinheiro para ser feliz para foder para não pensar para não me matar.
Quero uma porta. Um caminho um saída. Está tudo fechado, tudo acabado, tudo perdido. Aos 31 anos, não tenho esperança. Não tenho nada para ou porque viver. Só beatas num cinzeiro e uma casa vazia. Não há paixões por muito grandes que sejam que me preencham a alma, não há mulheres por muito profundas que sejam que façam sentir. Quero a porta, a janela, o buraco, o espelho para ir para outro lado, o outro lado.
Um dia vou ser a Alice, fugir daqui para um mundo de cogumelos mágicos e gatos sorridentes. Por enquanto, sorriu quando devo e falo quando não devo fazendo rir com as minhas tonterias.
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Roubo de Igreja
Uma mulher sem pernas era o que me convinha, uma mulher que não pudesse fugir. Uma mulher sem braços ainda me convinha mais, uma mulher que não se agarrasse demasiado a mim se tornasse pegajosa. Um mulher tonta seria perfeito, uma que não entendesse o que eu digo e não se sentisse ofendida pela minha arrogância. Um homem isso sim, seria de facto o amor que iria durar o resto da minha vida, a pixa ajuda à compreensão.
A erecção matinal faz com que o mundo pareça mais simples, e é isso no fundo que eu quero simplicidade.
A erecção matinal faz com que o mundo pareça mais simples, e é isso no fundo que eu quero simplicidade.
Zee TV
Eu quero ter a Zee TV no meu pacote da cabo visão, nos serões em vez de ouvir musica e escrever patetices, vou passar a ver filmes indianos. Os dramas em que as pessoas cantam e dançam são sempre mais verosimeis. Já dizia a canção "the lapdance is so much better when the stripper is crying".
domingo, fevereiro 03, 2008
O meu problema com as mulheres
Apaixono-me, fico sem poder de reação e sou sincero, outras vezes faço de conta que estou apaixonado apenas para partilhar momentos de falsa sinceridade com uma mulher. Gosto de estar perto delas e saber o que elas sentem. Os problemas surgem quando me apaixono verdadeiramente.
Nunca partilhei nenhuma relação por uma mulher por a qual me tenha apaixonado. É razão é muito simples: perante a paixão sou, como já disse, absolutamente sincero. Não consigo guardar o sentimento dentro de mim. Faço esforços hercolianos para tal, mas são esforços falhados. Ao fim de pouco tempo, sou um Shakespeare sem talento derramando palavras de amor sobre a mulher desejada. Ela, e elas são todas iguais, pelo menos neste aspecto, fogem perante as tais demonstrações de amor. A mulher, tanto quanto me foi dada a conhecer, gosta ser apanhada de surpresa, como um pequeno Bambie que descobre o que quer dizer a eternidade quando sente os dentes do tigre no seu pescoço. Nenhuma mulher gosta de ouvir declarações de amor, a não ser quando já desesperam por elas. Por isso sempre me foi mais fácil seduzir as mulheres por quem não sinto a necessidade de demonstrar amor.
A verdade, verdadinha, seja eu ceguinho, é que as mulheres por quem eu me apaixono são muito mais interessantes do que aquelas por quem acabou ter relações que duram anos. São sempre mais inteligentes, mas bonitas e mais problemáticas. Digo isto com conhecimento, pois apesar de passar tempo com as mulheres com quem sou obrigado a partilhar a vida, também o passo com as outras cujos lábios me dizem beija-me e me obrigam depois a pedir por favor.
Mas agora tenho cabelos brancos e estou cansado de estar com mulheres com quem pouco ou nada posso partilhar. Quero definivamente a Mulher, por isso vou bater com a cabeça na parede até a ter. Mesmo que para isso tenha que travestir os meus sentimentos e transformá-los em paixão passada que agora são apenas amizade.
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Estou velho, à 3ª é de vez , mas parece que estou na quarta.
O quarto tem a cama por fazer e as meias sujas de ontem no chão. Na cozinha a garrafa de Coca-Cola ficou aberta, de manhã precisava de alguma coisa doce. O cinzeiro ainda cheio de beatas ficou na mesa da sala.
Mais logo vou voltar, abrir uma cerveja, sentar-me no sofá, ouvir o Tom Waits cantar sobre maus fígados e corações partidos e amanhã talvez seja sábado ou domingo e não ainda a segunda.
quinta-feira, janeiro 31, 2008
T já fez, o livro também. Eu voltei a fazer. O resultado é o mesmo do que da ultima vez:
Mais uma vez, a palavra do tenente : "Ratão"
| You Are a Mermaid |
You are a total daydreamer, and people tend to think you're flakier than you actually are. While your head is often in the clouds, you'll always come back to earth to help someone in need. Beyond being a caring person, you are also very intelligent and rational. You understand the connections of the universe better than almost anyone else. |
Mais uma vez, a palavra do tenente : "Ratão"
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