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segunda-feira, maio 26, 2008
O verbo
segunda-feira, maio 12, 2008
Sinto a falta dela a cada momento que passa.
Cada vez que olho para o relógio penso na próxima vez que vou sentir o seu cheiro.
Tudo falha, em todos os aspectos, não sou quem quero ser, não sinto o que quero sentir. Sou uma função da sua ausência. Gostaria de ter existência, mas não tenho. sou um gráfico numa parede de escritório. Sou o tempo que falta para voltar a existir.
As mil e uma maneiras de sentir a sua falta não me fazem sentir, quando o único sentimento que me preenche é a alegria de estar com ela.
Nada, nem ninguém poderá algum dia compreender o que é esta existência condicionada, apenas o carpinteiro sentiu isto antes de mim. Destinos bem diferentes, mas a mesma sensação de vazio e impotência perante o mundo.
Um café e um cigarro e vou dormir. Passar o tempo. Suspender a vida, até amanhã, quando possivelmente vou voltar a sentir o toque do paraíso e o hálito da felicidade.
Cada vez que olho para o relógio penso na próxima vez que vou sentir o seu cheiro.
Tudo falha, em todos os aspectos, não sou quem quero ser, não sinto o que quero sentir. Sou uma função da sua ausência. Gostaria de ter existência, mas não tenho. sou um gráfico numa parede de escritório. Sou o tempo que falta para voltar a existir.
As mil e uma maneiras de sentir a sua falta não me fazem sentir, quando o único sentimento que me preenche é a alegria de estar com ela.
Nada, nem ninguém poderá algum dia compreender o que é esta existência condicionada, apenas o carpinteiro sentiu isto antes de mim. Destinos bem diferentes, mas a mesma sensação de vazio e impotência perante o mundo.
Um café e um cigarro e vou dormir. Passar o tempo. Suspender a vida, até amanhã, quando possivelmente vou voltar a sentir o toque do paraíso e o hálito da felicidade.
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